quarta-feira, 18 de abril de 2007

Musica Popular Brasileira


A MPB surgiu exatamente em um momento de declínio da Bossa Nova, gênero renovador na música brasileira surgido na segunda metade da década de 1950. Influenciado pelo jazz norte-americano, a Bossa Nova deu novas marcas ao samba tradicional.
Arrastão, Vinícius de Moraes
Mas já na primeira metade da
década de 1960, a Bossa Nova passaria por transformações e, a partir de uma nova geração de compositores, o movimento chegava ao fim já na segunda metade daquela década. Uma canção que marca o fim da Bossa Nova e o início daquilo que se passaria a chamar de MPB é Arrastão, de Vinícius de Moraes (um dos percursores da Bossa) e Edu Lobo (músico novato que fazia parte de uma onda de renovação do movimento, marcada notadamente por um nacionalismo e uma reaproximação com o samba tradicional, como de Cartola).
Arrastão foi defendida, em
1965, por Elis Regina no I Festival de Música Popular Brasileira (TV Excelsior, Guarujá-SP). A partir dali, difundiriam-se artistas novatos, filhos da Bossa Nova, como Geraldo Vandré, Taiguara, Edu Lobo e Chico Buarque de Holanda, que apareciam com freqüência em festivais de música popular. Bem-sucedidos como artistas, eles tinham pouco ou quase nada de bossa nova. Vencedoras do II Festival de Musica Popular Brasileira, (São Paulo em 1966), Disparada, de Geraldo, e A Banda, de Chico, podem ser consideradas marcos desta ruptura e mutação da Bossa para MPB.
Era o início do que se rotularia como MPB, um gênero difuso que abarcaria diversas tendências da música brasileira durante as décadas seguintes. A MPB começou com um perfil marcadamente nacionalista, mas foi mudando e incorporando elementos de procedências várias, até pela pouca resistência, por parte dos músicos, em misturar gêneros musicais. Esta diversidade é até saudada e uma das marcas deste gênero musical. Pela própria hibridez é difícil defini-la.

terça-feira, 17 de abril de 2007

Axé go music 2007

O evento que promete balançar a Goiânia e região com o melhor do axé !

atrações:
dia 05:-Jammil e Uma noites -Alexandre Peixe -Banana com Cevada
dia 06:-Ivete Sangalo (Cerveja & Cia Folia) -Banda Eva -batom na cueca
valores de ingressos:Pista com abadá para 2 dias de festa:
1º Lote: R$70,00
-2º Lote: R$90,00
-3º Lote: R$100,00
Mega Camarote VIP para 2 dias de festa:
1º Lote: R$120,00 (feminino) / R$140,00 (masculino)
2º Lote: R$140,00 (feminino) / R$160,00 (masculino)
3º Lote: R$180,00 (feminino) / R$200,00 (masculino)
pontos de venda:-Sede GO Music-Stand Flamboyant-Tribo do Açaí-Tecmídia

Ska .



Ska é um estilo musical jamaicano que surgiu no princípio dos anos 50. Combinando elementos do calypso e do mento com o jazz e o rhythm and blues norte-americano, foi um precursor na Jamaica do rocksteady e mais tarde do reggae.
Especialistas em música tipicamente dividem a história do Ska em três levas. A popularidade do estilo expandiu-se bastante desde seu surgimento, e foi revivido na
Inglaterra nos anos 80 (conhecido como "Era Two-Tone", inspirado na gravadora de mesmo nome) e novamente durante os anos 90 (chamado de "Terceira Onda de Ska").

O cavaquinho, braguinha, braga, machete, machetinho ou machete-de-braga é um instrumento cordofone que soa por dedilhado, menor que a viola, de grande popularidade como acompanhador e mesmo solista nas orquestras do povo. O ponto é dividido em 17 trastos; tem quatro cordas de tripa ou de metal, afinadas normalmente em sol-sol-si-ré, lá-lá-dó#-mi, sol-si-ré-mi, ré-sol-si-ré ou, mais raramente, em ré-sol-si-mi (este mais utilizado por pessoas que já tocam violão e não querem ter que aprender outros acordes). O efeito assemelha-se ao do bandolim ou da bandurrilha.
O cavaquinho, segundo Gonçalo Sampaio, é procedente de
Braga, tendo sido criado pelos Biscainhos. O cavaquinho tem uma afinação própria da cidade de Braga que é ré-lá-si-mi.
Além de
Portugal, é usado em Cabo Verde, Moçambique e Brasil.
No Brasil esse instrumento é usado nas
congadas paulistas e forma historicamente o conjunto básico, junto com o bandolim, a flauta e o violão, para execução de choros. Waldir Azevedo é o mais conhecido músico de choro que tocava esse instrumento. Considerado, ainda em vida deste, como seu sucessor, o músico paulista Roberto Barbosa, mais conhecido por Canhotinho, é hoje considerado uma das principais referências no instrumento, por ter aprimorado a técnica deixada por Waldir Azevedo. Canhotinho é há cerca de 40 anos o arranjador do renomado conjunto de samba Demônios da Garoa.
As ilhas do
Havaí têm um instrumento similar ao cavaquinho chamado ukulele, também com quatro cordas e um formato semelhante ao do cavaquinho, que se julga ser uma alteração do cavaquinho, trazido por emigrantes portugueses em 1879
A música Popular Brasileira (MPB) é um género musical brasileiro. Apreciado principalmente pelas classes médias urbanas do Brasil a MPB surgiu a partir de 1966 , com a segunda geração da Bossa Nova.
Apesar de abrangente, a MPB não deve ser confundido com Música do Brasil , em que esta abarca diversos gêneros da música nacional, entre os quais o Baião , a Bossa Nova, o Choro, o Frevo, o Carimbó, o Forró , o Samba a própria MPB


Um pouco da história da Música Popular Brasileira

A MPB surgiu exatamente em um momento de declínio da Bossa Nova, gênero renovador na música brasileira surgido na segunda metade da década de 1950. Influenciado pelo jazz norte-americano, a Bossa Nova deu novas marcas ao samba tradicional.
Arrastão, Vinícius de Moraes
Mas já na primeira metade da
década de 1960, a Bossa Nova passaria por transformações e, a partir de uma nova geração de compositores, o movimento chegava ao fim já na segunda metade daquela década. Uma canção que marca o fim da Bossa Nova e o início daquilo que se passaria a chamar de MPB é Arrastão, de Vinícius de Moraes (um dos percursores da Bossa) e Edu Lobo (músico novato que fazia parte de uma onda de renovação do movimento, marcada notadamente por um nacionalismo e uma reaproximação com o samba tradicional, como de Cartola).
Arrastão foi defendida, em
1965, por Elis Regina no I Festival de Música Popular Brasileira (TV Excelsior, Guarujá-SP). A partir dali, difundiriam-se artistas novatos, filhos da Bossa Nova, como Geraldo Vandré, Taiguara, Edu Lobo e Chico Buarque de Holanda, que apareciam com freqüência em festivais de música popular. Bem-sucedidos como artistas, eles tinham pouco ou quase nada de bossa nova. Vencedoras do II Festival de Musica Popular Brasileira, (São Paulo em 1966), Disparada, de Geraldo, e A Banda, de Chico, podem ser consideradas marcos desta ruptura e mutação da Bossa para MPB.
Era o início do que se rotularia como MPB, um gênero difuso que abarcaria diversas tendências da música brasileira durante as décadas seguintes. A MPB começou com um perfil marcadamente nacionalista, mas foi mudando e incorporando elementos de procedências várias, até pela pouca resistência, por parte dos músicos, em misturar gêneros musicais. Esta diversidade é até saudada e uma das marcas deste gênero musical. Pela própria hibridez é difícil defini-la.

Conheça um pouco da história de uma das melhores banda de roots, dub, reggae e rap , de como tudo começou .

Em 1993, com a vinda do cantor regueiro Jamaicano Papa Winnie ao Brasil, foi montada uma banda às pressas para acompanhar o cantor em suas apresentações. Formada por Nelson Meirelles, na época produtor do Cidade Negra e de vários programas de rádios alternativas do Rio de Janeiro; Marcelo Lobato, que havia participado da banda África Gumbe; Alexandre Menezes, o Xandão, que já havia tocado com grupos africanos na noite de Paris e Marcelo Yuka, que tocava no grupo KMD-5. Após essa série de apresentações como banda de apoio do jamaicano, os quatro resolveram continuar juntos e colocaram anúncio no jornal O Globo para encontrar um vocalista. Dentre extensa lista de candidatos, Marcelo Falcão foi o escolhido.
A decisão sobre o nome da banda envolveu opções como "Cão-careca" e "Bate-Macumba". O nome escolhido - O Rappa - vem da designação popular dada aos
policiais que interceptam camelôs, os rapas. Com um p a mais para diferenciar, o nome foi escolhido. Um exemplo de a palavra rapa ser aplicada aos caçadores de camelôs pode ser encontrado na música "Óia o rapa!" na composição de Lenine e Sérgio Natureza, gravada pela banda no CD Rappa Mundi.
Finalmente, com Falcão na
voz, Marcelo Yuka na bateria, Xandão na guitarra, Nelson Meireles no contra-baixo e Marcelo Lobato no teclado, estava formado O Rappa.
Em
1994, lançaram seu primeiro disco, que levou o nome da banda. O Rappa não obteve muito sucesso e foi o único disco com a presença de Nelson Meireles, que abandonou a banda por motivos pessoais. Com a saída de Nelson Meireles, Lauro Farias, que tocava com Yuka no KMD-5, assumiu o contrabaixo

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Vitor e Léo em Goiania mais um vez!!!

Victor(Vitor Chaves Zapalá Pimentel) e Leo(Leonardo Chaves Zapalá Pimentel) são irmãos nascidos em Ponte Nova-MG e foram criados na pequena cidade de Abre Campo-MG. Desde cedo, uma atração natural pela música se aflorava enquanto ouviam canções sertanejas em casa, pela velha radiola do avô e no carro de seu pai, que viajava a trabalho por regiões rurais. Victor ganhou seu primeiro violão aos 11 anos de idade e, a partir de uma pequena iniciação, junto ao professor Jésus, em Abre Campo-MG, começou a desenvolver seu toque, tão próprio e marcante, somente vendo e ouvindo outras pessoas. Leo, chegou a integrar um pequeno conjunto musical da cidade, tendo sido já reconhecido por seu timbre de voz apurado, ao mesmo tempo, contagiante e aveludado. Cantavam por brincadeira nas festas de família e na pracinha da cidade entre amigos, até que, a partir de uma participação em um Festival de Violeiros, em 1992, já como dupla profissional, começaram a se apresentar em barzinhos por toda a região. Em 1993, Victor fez a primeira de suas muitas canções. Em 1994, mudaram-se para Belo Horizonte-MG, com o intuito de aprimorar os estudos, mas a paixão pela música os levou a escolher se dedicarem inteiramente a ela e, lá, unindo técnica e prática, estudaram canto por 4 anos, ao mesmo tempo em que tocavam em bares e eventos regionais. Nos sete anos em que moraram em BH, tocaram em casas de grande repercussão como Três Lobos, Canga e Candeia, Mafunfo e Noiva do Cowboy. Em 1995, Victor & Leo conheceram seu ídolo, Sérgio Reis, e tiveram a oportunidade de abrir vários de seus shows e cantar com ele, amadurecendo ainda mais suas capacidades artísticas. Respectivamente, em 1997 e 1998, Victor&Leo gravaram seus dois primeiros CD´s, ambos promocionais e de caráter não comercial, contendo, cada um, quatro faixas de autoria de Victor. Em 1999, conheceram Eduardo Lages(Maestro do "Rei Roberto Carlos"), que os levou a gravar um single em São Paulo em 2000. Lá, conheceram os cantores Silvinha Araújo e seu marido, Eduardo Araújo, o qual procurava novos talentos na música sertaneja para sua gravadora, Number One. Foram contratados e, em 2001, foram definitivamente para São Paulo, onde gravaram seu primeiro CD completo contendo 11 faixas, das quais 8 de autoria de Victor. Esse CD teve como músicas de trabalho "Através da Vidraça"(Falze/Álvaro Troni/) e "Esse Alguém Sou Eu" (Victor Chaves), que tocaram por semanas em várias rádios de São Paulo, Minas e Paraná. Em 2002, Victor e Leo se apresentaram por algum tempo no Bar Avenida Club, em São Paulo-SP, onde puderam dividir palco com nomes como Renato Teixeira, Jair Rodrigues e As Galvão. Ainda em 2002, conheceram a apresentadora de tv Olga Bongiovanni, hoje grande amiga e incentivadora. Participaram de seu programa e, através dela, conheceram a assessora de imprensa Lú Barbosa, com a qual tiveram significativo crescimento profissional. Participaram também de programas como "Viola Minha Viola", apresentado pela "diva" da música caipira Inezita Barroso , onde cantaram "Tocando em Frente" (R. Teixeira/Almir Sater) e "Deus e Eu no Sertão"(Victor Chaves). No fim de 2002, Victor&Leo saíram da gravadora em que estavam para levar seu trabalho de forma independente. E, em 2003, como se fosse do zero, encararam um recomeço duro e trabalhoso, já que, pouco conheciam a cidade de São Paulo e eram ainda novos no cenário paulistano. Mas, a partir de uma “canja”, num barzinho em Osasco, chamado Bar do Moa, tiveram entrada de sucesso na noite Osasquence e nas melhores casas de lá, como Cachaçaria Canavial, junto a um notável reconhecimento público. Da mesma forma, tornaram-se destaque de casas temáticas de São Paulo, como Rancho do Serjão e Villa Country, tendo sido convidados a fazer o primeiro show especial desta casa, em 2004. Neste mesmo ano, lançam, oficialmente, seu segundo CD, intitulado VIDA BOA, com todos os arranjos da própria dupla e com músicas de indiscutível aceitação como "Vida Boa", "Amigo Apaixonado" e "O Cuidador do Fogo", de autoria de Victor. Este CD proporcionou à dupla, um crescente e fiel público, amante de sua original e marcante expressão musical, além de servir de base para a gravação do que viria a ser o terceiro CD. Em 2005, Victor&Leo criaram seu próprio site, www.victoreleo.com, através do qual, mantém seu público informado e absorvem novos adeptos, destacando-se pela exclusiva atenção dada aos visitantes, além de um rico conteúdo. Também em 2005, a pedido de seu público, Victor&Leo gravam seu terceiro CD de mercado: Victor&Leo ao Vivo. A gravação foi em show, no Bar Avenida Club, em São Paulo-SP. Este CD impressiona pela qualidade e originalidade de seu conteúdo. Com o timbre afinado e marcante da voz de Leo, junto a uma presente segunda voz e ao toque único de Victor ao violão, foi totalmente produzido e arranjado pela dupla e possui, de suas 15 faixas, 9 de autoria de Victor, como “Amigo Apaixonado”, “Fada”, “Lembranças de Amor”, “Vida Boa” e “Sinto Falta de Você”. Em meados de 2006, o CD “Victor&Leo ao Vivo” desponta-se, da cidade de Uberlândia-MG, em que uma rádio tocou-o pela primeira vez, para todo o triângulo mineiro e, desde então, espalha-se de forma impressionante pelo Brasil com aceitação rara, até mesmo entre pessoas não simpatizantes pela música sertaneja, gerando shows lotados e de alta emoção por diversas cidades. Sempre reconhecidos por sua forma diferente e única de fazer música e pelo carinho com que tratam as pessoas, Victor&Leo são artistas que, em uma só dupla, reúnem talento para compor, produzir, arranjar, dirigir, tocar e interpretar. Até aqui, esta é a história destes cantores profissionais, talentosos, mas, acima de tudo, seres humanos humildes e atenciosos com seu público, que fazem de sua música, mais que um meio de ganhar a vida, uma forma de emocionar e transmitir o que sentem de verdade.

Mais uma vez Vitor e Leo em Goiania agitando o clube mais badalado de Goiania "JÁO",séra realizado no proximo dia 28,com uma mega estrutura.

que conta com a participação de TODOS os Goianos que não negam a sua musica e seu estilo SERTANEIJO!