quinta-feira, 12 de abril de 2007

Vitor e Léo em Goiania mais um vez!!!

Victor(Vitor Chaves Zapalá Pimentel) e Leo(Leonardo Chaves Zapalá Pimentel) são irmãos nascidos em Ponte Nova-MG e foram criados na pequena cidade de Abre Campo-MG. Desde cedo, uma atração natural pela música se aflorava enquanto ouviam canções sertanejas em casa, pela velha radiola do avô e no carro de seu pai, que viajava a trabalho por regiões rurais. Victor ganhou seu primeiro violão aos 11 anos de idade e, a partir de uma pequena iniciação, junto ao professor Jésus, em Abre Campo-MG, começou a desenvolver seu toque, tão próprio e marcante, somente vendo e ouvindo outras pessoas. Leo, chegou a integrar um pequeno conjunto musical da cidade, tendo sido já reconhecido por seu timbre de voz apurado, ao mesmo tempo, contagiante e aveludado. Cantavam por brincadeira nas festas de família e na pracinha da cidade entre amigos, até que, a partir de uma participação em um Festival de Violeiros, em 1992, já como dupla profissional, começaram a se apresentar em barzinhos por toda a região. Em 1993, Victor fez a primeira de suas muitas canções. Em 1994, mudaram-se para Belo Horizonte-MG, com o intuito de aprimorar os estudos, mas a paixão pela música os levou a escolher se dedicarem inteiramente a ela e, lá, unindo técnica e prática, estudaram canto por 4 anos, ao mesmo tempo em que tocavam em bares e eventos regionais. Nos sete anos em que moraram em BH, tocaram em casas de grande repercussão como Três Lobos, Canga e Candeia, Mafunfo e Noiva do Cowboy. Em 1995, Victor & Leo conheceram seu ídolo, Sérgio Reis, e tiveram a oportunidade de abrir vários de seus shows e cantar com ele, amadurecendo ainda mais suas capacidades artísticas. Respectivamente, em 1997 e 1998, Victor&Leo gravaram seus dois primeiros CD´s, ambos promocionais e de caráter não comercial, contendo, cada um, quatro faixas de autoria de Victor. Em 1999, conheceram Eduardo Lages(Maestro do "Rei Roberto Carlos"), que os levou a gravar um single em São Paulo em 2000. Lá, conheceram os cantores Silvinha Araújo e seu marido, Eduardo Araújo, o qual procurava novos talentos na música sertaneja para sua gravadora, Number One. Foram contratados e, em 2001, foram definitivamente para São Paulo, onde gravaram seu primeiro CD completo contendo 11 faixas, das quais 8 de autoria de Victor. Esse CD teve como músicas de trabalho "Através da Vidraça"(Falze/Álvaro Troni/) e "Esse Alguém Sou Eu" (Victor Chaves), que tocaram por semanas em várias rádios de São Paulo, Minas e Paraná. Em 2002, Victor e Leo se apresentaram por algum tempo no Bar Avenida Club, em São Paulo-SP, onde puderam dividir palco com nomes como Renato Teixeira, Jair Rodrigues e As Galvão. Ainda em 2002, conheceram a apresentadora de tv Olga Bongiovanni, hoje grande amiga e incentivadora. Participaram de seu programa e, através dela, conheceram a assessora de imprensa Lú Barbosa, com a qual tiveram significativo crescimento profissional. Participaram também de programas como "Viola Minha Viola", apresentado pela "diva" da música caipira Inezita Barroso , onde cantaram "Tocando em Frente" (R. Teixeira/Almir Sater) e "Deus e Eu no Sertão"(Victor Chaves). No fim de 2002, Victor&Leo saíram da gravadora em que estavam para levar seu trabalho de forma independente. E, em 2003, como se fosse do zero, encararam um recomeço duro e trabalhoso, já que, pouco conheciam a cidade de São Paulo e eram ainda novos no cenário paulistano. Mas, a partir de uma “canja”, num barzinho em Osasco, chamado Bar do Moa, tiveram entrada de sucesso na noite Osasquence e nas melhores casas de lá, como Cachaçaria Canavial, junto a um notável reconhecimento público. Da mesma forma, tornaram-se destaque de casas temáticas de São Paulo, como Rancho do Serjão e Villa Country, tendo sido convidados a fazer o primeiro show especial desta casa, em 2004. Neste mesmo ano, lançam, oficialmente, seu segundo CD, intitulado VIDA BOA, com todos os arranjos da própria dupla e com músicas de indiscutível aceitação como "Vida Boa", "Amigo Apaixonado" e "O Cuidador do Fogo", de autoria de Victor. Este CD proporcionou à dupla, um crescente e fiel público, amante de sua original e marcante expressão musical, além de servir de base para a gravação do que viria a ser o terceiro CD. Em 2005, Victor&Leo criaram seu próprio site, www.victoreleo.com, através do qual, mantém seu público informado e absorvem novos adeptos, destacando-se pela exclusiva atenção dada aos visitantes, além de um rico conteúdo. Também em 2005, a pedido de seu público, Victor&Leo gravam seu terceiro CD de mercado: Victor&Leo ao Vivo. A gravação foi em show, no Bar Avenida Club, em São Paulo-SP. Este CD impressiona pela qualidade e originalidade de seu conteúdo. Com o timbre afinado e marcante da voz de Leo, junto a uma presente segunda voz e ao toque único de Victor ao violão, foi totalmente produzido e arranjado pela dupla e possui, de suas 15 faixas, 9 de autoria de Victor, como “Amigo Apaixonado”, “Fada”, “Lembranças de Amor”, “Vida Boa” e “Sinto Falta de Você”. Em meados de 2006, o CD “Victor&Leo ao Vivo” desponta-se, da cidade de Uberlândia-MG, em que uma rádio tocou-o pela primeira vez, para todo o triângulo mineiro e, desde então, espalha-se de forma impressionante pelo Brasil com aceitação rara, até mesmo entre pessoas não simpatizantes pela música sertaneja, gerando shows lotados e de alta emoção por diversas cidades. Sempre reconhecidos por sua forma diferente e única de fazer música e pelo carinho com que tratam as pessoas, Victor&Leo são artistas que, em uma só dupla, reúnem talento para compor, produzir, arranjar, dirigir, tocar e interpretar. Até aqui, esta é a história destes cantores profissionais, talentosos, mas, acima de tudo, seres humanos humildes e atenciosos com seu público, que fazem de sua música, mais que um meio de ganhar a vida, uma forma de emocionar e transmitir o que sentem de verdade.

Mais uma vez Vitor e Leo em Goiania agitando o clube mais badalado de Goiania "JÁO",séra realizado no proximo dia 28,com uma mega estrutura.

que conta com a participação de TODOS os Goianos que não negam a sua musica e seu estilo SERTANEIJO!

sábado, 31 de março de 2007

The reason

Essa música aqui é para quem curte HoobAstank,a tradução da música The reason,muito linda!VAale a pena conferir,e escutá-la!!!

The Reason

A Razão

Eu não sou uma pessoa perfeita
Eu não pretendia fazer aquelas coisas com você
Mas eu continuo aprendendo
Eu pretendia fazer tantas coisas
E então eu tenho que dizer antes de ir
Que eu apenas quero que você saiba

Eu encontrei uma razão para mim
Para mudar quem eu costumava ser
Uma razão para começar de novo
E a razão é você...

Eu sinto muito ter te magoado
É algo que eu devo conviver todos os dias
E toda a dor que eu te fiz passar
Eu gostaria de poder retirá-la completamente
E ser aquele que apanha todas as suas lágrimas
É por isso que eu preciso que você escute

Eu encontrei uma razão para mim
Para mudar quem eu costumava ser
Uma razão para começar de novo
E a razão é você...
E a razão é você...
E a razão é você...
E a razão é você...

Eu não sou uma pessoa perfeita
Eu nunca quis fazer aquelas coisas para você
E então eu tenho que dizer antes de ir
Que eu apenas quero que você saiba

Eu encontrei uma razão para mim
Para mudar quem eu costumava ser
Uma razão para começar de novo
E a razão é você...

Eu encontrei uma razão para mostrar
Um lado meu que você não conhecia
Uma razão para tudo que eu faço
E a razão é você



x)

sexta-feira, 30 de março de 2007

O RAP Nacional


A cultura Hip Hop, da qual o rap faz parte junto com o grafite e a dança break, deu o ar da sua graça no Brasil no começo dos anos 80 (poucos anos depois de seu surgimento, nos Estados Unidos), mais notadamente em São Paulo. Ela chegou pelas mãos das equipes que faziam os bailes soul e dos discos e revistas que começaram a ser vendidos em lojas nas galerias da Rua 24 de Maio, no Centro (mesmo local onde, na mesma época, encontravam-se os integrantes do nascente movimento punk). Os primeiros a aparecer foram os dançarinos de break que, expulsos pelos comerciantes e policiais da região, transferiram-se para a estação de metrô São Bento. Logo houve uma cisão entre esses breakers e os rappers (também conhecidos como tagarelas), que começavam a fazer seus versos e tiveram que se bandear para a Praça Roosevelt. Pouco tempo depois, eles se tornaram a facção mais forte e atuante do hip hop paulistano, levando até alguns breakers a tornarem-se rappers. O registro inicial do rap brasileiro é a coletânea Hip Hop Cultura de Rua (1988, Eldorado). Ela trouxe faixas dos grupos Thaíde e DJ Hum (produzidas por Nasi e André Jung, do grupo de rock Ira!), MC Jack, Código 13, entre outros. Debutava no Brasil o estilo musical baseado em falas ritmadas despejadas por cima de bases dançantes tiradas de discos de funk, com eventuais scratches (os arranhões, efeito que os DJs obtêm ao fazer o disco ir para frente e para trás no prato). No entanto, a estética discursiva típica do rap já havia sido usada, um ano antes, para a confecção de um grande sucesso de rádio: Kátia Flávia, que o carioca Fausto Fawcett gravou com os Robôs Efêmeros. Os scratches também já haviam aparecido em disco em Estação Primeira (87), da banda paulistana Gueto. Em 1988, outra coletânea de rap foi lançada em São Paulo: Consciência Black (primeiro disco do selo Zimbabwe). Nela, estava um grupo que daria muito o que falar nos anos seguintes: os Racionais MCs. Em suas duas músicas, Pânico na Zona Sul e Tempos Difíceis, Ice Blue, Mano Brown, Edy Rock e o DJ KlJay deram uma visão nada amenizada de como era dura a vida do jovem negro e pobre que mora na periferia paulistana, perdido entre o crime e a injustiça social. No começo dos anos 90, Thaíde e DJ Hum e os Racionais eram reconhecidos com os mais sérios e importantes nomes do rap paulistano, sempre envolvidos com campanhas de conscientização da juventude e movimentos de divulgação, unificação e promoção do hip hop no Brasil.



Músicas

Corpo Fechado

– Thaíde & DJ Hum Kátia Flávia

– Fausto Fawcett & Os Robôs Efêmeros Fim de Semana no Parque

– Racionais MCs Tô Feliz, Matei o Presidente

– Gabriel o Pensador Diário de um Detento

– Racionais MCs Cachimbo da Paz

– Gabriel o Pensador Marquinho Cabeção

– MV Bill Eu Tiro É Onda – Marcelo D2

segunda-feira, 26 de março de 2007


Diiia 31 Luau Calango , não percam vai ser perfeito !


Dia 31 de março a Calango Street Wear Completa 10 Anos e convida voce pra fazer parte desta MEGA CELEBRAÇÃO.VOID -

CHEMICAL CREW - ISRAEL -

EM TOUR MUNDIAL DE LANÇAMENTO DO NOVO ALBUM ( CD duplo) "The Angry Brigade".

E AINDA SHOW COM A MAIOR BANDA ALTERNATIVA DO PAÍS - VENTANIA!!


23:30 – Abertura dos Portões

00:00 – Digão (rastacry) – Reggae /Dub0

1:30 – Show Ventania

03:00 – PsyDreams

04:00 – Zumbi05:30 – BURN IN NOISE (Vagalume)

06:30 – JP - Live Inédito!

07:30 – JP – Dj Set0

8:30 – PHANATIC _ Live!

09:30 – THE FIRST STONE – Live!

10:30 – KiTty - Utopia

12:00 – VOID – Live!

13:00 – Swarup

14:30 – Thata (Vagalume)

16:00 - fim

quarta-feira, 21 de março de 2007

O FUNK dominando os palcos do Brasil


O funk ganhou espaço na mídia brasileira há pouco menos de uma década, embora sua história tenha quase trinta anos. O nascimento deste ritmo, como a de muitos outros no Brasil, está intimamente ligado aos Estados Unidos. O pianista norte-americano Horace Silver, na década de 60, pode ser considerado o pai do funk. Silver uniu o jazz à soul music e começou a difundir a expressão "funk style". Nesta época, o funk ainda não tinha a sua principal característica: o swing. Foi com James Brown que o estilo tornou-se dançante e ganhou o mundo. A soul music foi trazida ao Brasil por cantores como Gerson King Combo, que lançou em 1969 o disco Gerson Combo Brazilian Soul, com sucessos brasileiros como Asa Branca executados com a batida importada dos Estados Unidos. Tim Maia, Carlos Dafé e Tony Tornado também começaram a tocar sucessos do soul e adotaram a atitude e o estilo americanos do Black Power, fundando o movimento Black Rio. A grande musa da época era a paulistana Lady Zu. Na década de 70 surgiram as primeiras equipes de som no Rio de Janeiro, como a Soul Grand Prix e a Furacão 2000, que organizavam bailes dançantes. Os primeiros bailes eram feitos com vitrolas hi-fi e as equipes foram, aos poucos, crescendo e comprando equipamentos melhores.
A partir da década de 80, o funk no Rio foi influenciado por um novo ritmo da Flórida, o Miami Bass, que trazia músicas mais erotizadas e batidas mais rápidas. A partir de 1989, quando os bailes começaram a atrair cada vez mais pessoas, foram lançadas músicas em português. As letras retratavam o cotidiano dos freqüentadores: abordavam a violência e a pobreza das favelas. Na época, o funk falava sobre as drogas, as armas, os comandos, mas artistas desta fase, como Claudinho e Buchecha, evoluíram para outros tipos de tema. Ao mesmo tempo que as músicas abordavam o cotidiano das classes baixas, alguns bailes começaram a ficar mais violentos e ser palco de "brigas de galeras", onde pessoas de dois lugares dividiam a pista em duas e quem ultrapassasse as fronteiras de um dos "lados", era agredido pela outra galera. A pressão da polícia, da imprensa e a criação de uma CPI na Assembléia do Rio de Janeiro em 1999 e 2000 acabaram com a violência em grande parte dos bailes, ao mesmo tempo que as músicas se tornaram mais dançantes e as letras, mais sensuais. Esta nova fase do ritmo, descrita por alguns como o new funk, se tornou sucesso em todo o país e conquistou lugares antes dominados por outros ritmos, como o Carnaval baiano.
Recentemente o Funk tem se firmado como o ritmo mais ouvido e o mais influenciador da juventude carioca. Do morro ao asfalto o Funk conseguiu de uma maneira não muito usual, integrar as classes cariocas, tão grotescamente divididas na geografia da cidade. Ao falar sobre a realidade e atual situação do Rio de Janeiro de maneira irreverente e muitas vezes criminosa, curiosamente o Funk caiu nas graças da massa jovem. Seu ritmo envolvente e batida forte também contribuiram para essa adoração. Algumas letras eróticas e de duplo sentido também revelam uma criatividade e liberdade de expressão não comuns a outros estilos musicais no Brasil. O Funk ganha cada vez mais espaço fora do Rio e ganha reconhecimento internacional, sendo eleito umas das grandes sensações do verão europeu em 2005 e ser base para um hit de susesso da cantora MIA, "Bucky Done Gun". Com o nascimento de novas equipes de Funk e rádios de Funk, além do interesse cada vez maior nos bailes por parte da classe média, principalmente o baile do castelo das pedras, em Rio das Pedras, Zona Oeste, controlado por milícias cariocas e fora da atuação do tráfico de drogas, o Funk vem se firmando como um ritmo forte e crescente, sofrendo o mesmo processo de preconceito do samba, em seu início, nas também periferias e favelas cariocas.
O funk carioca muitas vezes faz apologia as drogas e a violencia, por outro lado tem músicas feitas para falar da dificuldade que as pessoas da favela passam.O funk por muito tempo foi considerado música feita para periferia, hoje em dia muitos jovens de todas as classes, gostam e curtem a batida do funk.

quinta-feira, 15 de março de 2007


Classicos Sertanejos

CHICO MINEIRO(Tonico / Francisco Ribeiro)Falado:Cada vez que me lembroDo amigo Chico MineiroDas viagens que eu faziaEle era meu companheiroSinto uma tristeza, uma vontade de chorar,Lembrando daqueles temposQue não mais hão de voltarApesar de ser patrãoEu tinha no coraçãoO amigo Chico MineiroCaboclo bom e decidido,Na viola dolorido,E era pião dos boiadeirosHoje porém, com tristeza,Recordando das proezas,Das viagens e motins,Viajamos mais de dez anos,Vendendo boiada e comprando,Por este rincão sem fimMas, porém, chegou o diaQue o Chico apartou-se de mim:Cantado:Fizemo a última viagemFoi lá pro sertão de GoiásFoi eu e o Chico MineiroTambém foi o capatazViajemo muitos diaPra chegar em Ouro FinoAonde passamos a noiteNuma festa do DivinoA festa tava tão boaMas antes não tivesse idoO Chico foi baleadoPor um homem desconhecido.Larguei de comprá boiadaMataram o meu companheiroAcabou-se o som da violaAcabou-se o Chico MineiroDepois daquela tragédiaFiquei mais aborrecidoNão sabia de nossa amizadePorque nós dois era unidoQuando vi seus documentoMe cortou o coraçãoDe sabê que o Chico MineiroEra meu legítimo irmão.

Essa é uma musica de Tonico e Francisco Ribeiro,chamada de Chico Mineiro!!

As musica lançada naquela época ainda faz parte das rádios de todo o mundo,e é este o som que invede os sertoes de todos os estados,principalmente Góias;


O som CAIPIRA


Os cantos religiosos dos jesuítas e as modinhas trazidas pelos portugueses colonizadores misturaram-se à música e à dança dos índios senhores das terras recém-descobertas. Daí surgiram gêneros que se enraizaram especialmente na região sudeste, depois no sul e centro-oeste do país, integrando a que ficou conhecida como "música caipira", como os catiras e cururus, as toadas e modas de viola. A viola cavada num tronco de árvore, com cordas feitas de tripas de animais, e depois de arame, foi sacramentada, na cultura rural, como seu instrumento-base. Entre as palavras do Brasil colonial surgidas do tupi e da mistura do idioma indígena com o português estão, por exemplo, "caipira", junção de caa (mato) com pir (que corta), e cururu, que veio de curuzu ou curu, que era como os índios tentavam dizer cruz.
Classicos da musica caipira
CHICO MINEIRO(Tonico / Francisco Ribeiro)Falado:
Cada vez que me lembroDo amigo Chico MineiroDas viagens que eu faziaEle era meu companheiroSinto uma tristeza, uma vontade de chorar,Lembrando daqueles temposQue não mais hão de voltarApesar de ser patrãoEu tinha no coraçãoO amigo Chico MineiroCaboclo bom e decidido,Na viola dolorido,E era pião dos boiadeirosHoje porém, com tristeza,Recordando das proezas,Das viagens e motins,Viajamos mais de dez anos,Vendendo boiada e comprando,Por este rincão sem fimMas, porém, chegou o diaQue o Chico apartou-se de mim:Cantado:Fizemo a última viagemFoi lá pro sertão de GoiásFoi eu e o Chico MineiroTambém foi o capatazViajemo muitos diaPra chegar em Ouro FinoAonde passamos a noiteNuma festa do DivinoA festa tava tão boaMas antes não tivesse idoO Chico foi baleadoPor um homem desconhecido.Larguei de comprá boiadaMataram o meu companheiroAcabou-se o som da violaAcabou-se o Chico MineiroDepois daquela tragédiaFiquei mais aborrecidoNão sabia de nossa amizadePorque nós dois era unidoQuando vi seus documentoMe cortou o coraçãoDe sabê que o Chico MineiroEra meu legítimo irmão.
Como podemos êr os classicos caipiras não param por aqui,elém dessa musica ainda temos Chitãozinho e Xororó,entre outros;
O som caipira que invede os nossos sertões são mais famosos que qualquer outro som!